Pesquisa do Instituto DATAPLAN revela que a maioria da população do DF não sabe em quem votar.

Fonte: Metrópoles

Por Lilian Tahan

Uma pesquisa de opinião encomendada por grupo de políticos interessados em testar seus nomes para 2018 revelou que, a um ano das eleições, mais da metade do eleitorado (58,9%) não sabe em quem vai votar para governador. A indecisão somada aos votos nulos e brancos eleva esse índice para incríveis 91,4% dos entrevistados. O levantamento foi realizado pelo Instituto Dataplan, entre os dias 25 e 28 de agosto, e ouviu 1.125 pessoas.

Do universo de entrevistados que respondeu assertiva e espontaneamente em qual candidato votaria para o governo do DF nas próximas eleições, o nome do senador José Antônio Reguffe (sem partido) foi o mais citado, sendo o preferido para 1,6% da população, de acordo com a pesquisa.

Em seguida, aparece Jofran Frejat (PR), com 1,1% das intenções de voto, e, em terceiro lugar, surge Joaquim Roriz (1%). O ex-governador Roriz passou nos últimos dias por duas cirurgias muito delicadas para a amputação de dois dedos do pé esquerdo e da perna direita na altura do joelho, como revelou o Metrópoles. Apesar dos 81 anos de idade e da saúde prejudicada, Roriz tem um dos mais cobiçados recalls eleitorais da história política do DF.

O atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece em quarto lugar na pesquisa como predileto no comando do GDF para 0,8% do universo amostral da pesquisa. Ele está imediatamente acima de Alberto Fraga (0,7%), do DEM, e de José Roberto Arruda (0,5%), filiado ao PR. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Estimulada
Quando a pesquisa foi estimulada, com o nome do candidato ao governo sugerido para o entrevistado, o percentual de pessoas que votariam em Reguffe aumentou em quase cinco vezes, alcançando 7,6% das intenções de voto, segundo o Instituto Dataplan.

Embora esse resultado repita o posicionamento de Reguffe no primeiro lugar do ranking de intenções de voto para a chefia do GDF, em outras pesquisas recentes esse mesmo percentual chegou a patamares maiores, tendo o senador do DF alcançado, em alguns casos, mais de 20% das intenções de voto.

Ainda quanto à pesquisa estimulada, Jofran Frejat, que disputou as eleições em 2014 e chegou ao segundo turno com Rollemberg, aparece novamente em segundo lugar no ranking para o comando do Buriti, com 6,7% da preferência entre os entrevistados.

Como Reguffe tem, reiteradamente, afirmado que não será candidato nas eleições de 2018 (porque vai cumprir o compromisso de terminar o mandato de senador), as perspectivas de Frejat aumentam. Quem aparece logo abaixo dele na estimulada para governador do DF é o senador Cristovam Buarque (PPS), que também não deve se candidatar ao GDF nas eleições que vêm. Cristovam pode disputar a reeleição, mas hoje busca alternativas para, eventualmente, se lançar mais uma vez à presidência da República.

Mesmo quando a aferição sobre as intenções de voto é estimulada, a maioria das pessoas não sabe quem escolher ou disse que vai optar pelo branco ou nulo. Os dois cenários somam 60,2% dos votos. Um total de 3,9% dos entrevistados, segundo o Dataplan, quer a reeleição de Rollemberg para a chefia do GDF, garantindo ao governador um quarto lugar na pesquisa. Veja dados completos ao fim desta reportagem.

Rejeição
De acordo com o levantamento encomendado pelos políticos, Rollemberg assume a liderança do ranking quando o tema é rejeição. Um conjunto de 37,4% dos eleitores impactados pela pesquisa afirmou que não votaria nele em 2018. O segundo nome mais rejeitado na versão estimulada da pesquisa é o de Cristovam Buarque (4,2%), só que com um índice muito menor que o do atual governador.

Depois, seguem a petista Érika Kokay (3,7%), Alberto Fraga (3,6%), Jofran Frejat (2,8%). Reguffe (1,1%), Chico Leite (1%), da Rede, Rogério Rosso (1%), PSD, Alírio Neto (0,7%), hoje no PTB, e o pedetista Joe Valle (0,4%) apresentam as menores rejeições para o Buriti. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Senado
Na pesquisa estimulada ao Senado, os cinco políticos mais bem colocados são Cristovam Buarque (6,8%), Jofran Frejat (5,7%), Eliana Pedrosa (5,3%), Erika Kokay (3,9%) e Chico Leite (3,5%). Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Câmara dos Deputados
Já para deputado federal, também com nomes sugeridos pelo pesquisador, Bispo Rodovalho (2%), Fraga (1,5%), Érika Kokay (1,4%), Eliana Pedrosa (1,3%), Jofran Frejat (1,2%), Chico Vigilante (1,2%), a tucana Maria de Lourdes Abadia (1,1%) e Chico Leite (1,1%) estão entre os oito preferidos, segundo a Dataplan. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Câmara Legislativa
Se as eleições fossem hoje, provavelmente Chico Vigilante seria o deputado distrital mais bem votado de acordo com a pesquisa Dataplan, reunindo 1,8% das intenções de voto. Em segundo lugar no ranking para a Câmara Legislativa, aparece o nome da ex-vice-governadora Abadia, que está sem mandato. Em seguida, Chico Leite, Agaciel Maia (PR) e Eliana Pedrosa dividem a terceira colocação com índice de 1,3%.

Outros quatro políticos – Joe Valle (PDT), Arlete Sampaio (PT), Robério Negreiros (PSDB) e Rodrigo Delmasso (Podemos) – performam com 1,2% das intenções de voto. Encostados neles estão Liliane Roriz (PTB) e Júlio César (1,1%) do PRB. Wasny de Roure (PT), Celina Leão (PPS) e Wellington Luiz (PMDB) pontuaram com 1% na pesquisa e, provavelmente, estariam eleitos para deputado distrital de acordo com o levantamento.

Confira os resultados completos da pesquisa no site do Metrópoles: http://www.metropoles.com/colunas-blogs/grande-angular/pesquisa-revela-que-maioria-da-populacao-do-df-nao-sabe-em-quem-votar

Presidente da ABEP, fala da importância da qualidade da informação ao contratar uma pesquisa.

Fonte: ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

Por Duilio Novaes - Presidente ABEP

Embora a rapidez seja cada vez mais importante no sucesso dos negócios, nunca abra mão da qualidade da informação ao contratar uma pesquisa de mercado, opinião, mídia ou social. Um pequeno erro pode custar a perda de milhões

Com o avanço da tecnologia e a expansão da conectividade, os players de mercado precisam reinventar-se permanentemente para preservar o seu protagonismo. Uma das ferramentas essenciais na busca dos novos caminhos trilhados pelo consumidor é a pesquisa de mercado. Ao mesmo tempo em que esse turbilhão de mudanças acontece, as empresas de pesquisa buscam novas ferramentas e estratégias que ajudem os clientes a lidar, com razoável clareza, com esse universo em transformação. No entanto, a evolução da indústria de pesquisa busca acompanhar, instantemente, o ritmo das alterações sociais. Isso por um motivo simples: o nosso setor preza pela qualidade da informação e pelo impacto desses dados nos negócios dos clientes.

Não significa, porém, que a indústria de pesquisa esteja em busca de um padrão 100% perfeito. Não, isso não existe. É aí que a ABEP exerce seu papel como balizadora e guardiã dos princípios internacionais que devem orientar as atividades de seus mais de 140 filiados. Além do seu código de autorregulamentação e ética do setor e dos guias de boas práticas sobre temas, como divulgação de estudos, relacionamento com os respondentes e pesquisas eleitorais, os comitês internos da ABEP trabalham, atualmente, em novos instrumentos e ações direcionados à qualidade e à valorização das informações geradas pelas pesquisas de mercado. São dados que, usados com inteligência e criatividade, podem impactar positivamente nas ações mercadológicas dos clientes.

A agilidade cada vez mais torna-se um ingrediente essencial no êxito dos negócios, mas essa velocidade precisa ser administrada com muito critério. Os resultados muito rápidos, acompanhados de uma análise superficial e enviesada, podem colocar em risco milhões em investimentos. A ABEP tem filiados que realizam estudos on-line e off-line com enorme qualidade e assertividade. O problema é que clientes menos habituados com o universo da pesquisa podem ser levados a comprar gato por lebre, entregue ainda com um belo laço no pescoço.

No caso dos estudos on-line e daqueles que avaliam a experiência do consumidor, eles devem ser cercados do mesmo rigor ético e metodológicodos estudos off-line. Só que cada um no seu quadrado, respeitando características, eficiência, abrangência, e assim por diante. É por isso que há dois anos a ABEP vem atraindo e continua a atrair essa nova geração de profissionais e de empresas de perfil exclusivamente digital. Acreditamos que as pesquisas on-line e off-line caminham juntas. Cabe aos institutos apresentar aos clientes a estratégia mais eficiente para que as marcas consigam efetivamente dialogar com os consumidores, sem nunca deixarem de lado a qualidade, a veracidade, a eficiência e a segurança das informações.

ESOMAR 2017 revela como foi a primeira pesquisa de mercado feita em Cuba

Fonte: ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

Por Cíntia Corrales *

Os congressos da ESOMAR sempre trazem inúmeras ideias, reflexões e inovações a respeito do perfil e das necessidades do consumidor. No entanto, a edição LATAM 2017, que aconteceu na Cidade do México entre os dias 5 e 7 de abril, trouxe para mim uma surpresa especial: o paper apresentado por Fernando Alvarez, da Millward Brown/México, sobre o primeiro estudo de mercado realizado em Cuba.

Embora tenhamos na América Latina alguns países que estejam na vanguarda da pesquisa de mercado, Cuba era um mercado totalmente virgem para a pesquisa de mercado e tiveram que enfrentar grandes desafios, como a não existência de zoneamento domiciliar, ausência total de segmentação de consumidores e falta de entrevistadores profissionais.

Para realizar o estudo BrandZTM, de avaliação de marcas, a solução foi recorrer a estudantes universitários. E se aqui no Brasil já estamos na era dos tablets e pesquisa online, o desafio lá ainda era providenciar pranchetas e crachás para a equipe.

Além disso, a equipe de pesquisadores da Millward Brown atuou cercada por outras limitações institucionais. Isso porque dependeu prévia autorização do Ministério da Ideologia em relação à metodologia e até o questionário. Contarei essa e outras novidades a respeito do ESOMAR Latam 2017 em um artigo que publicarei na próxima edição da PMKT21. Até lá!

* Cíntia Corrales é diretora da Network Pesquisa e Presidente da ASBPM (Associação Brasileira de Pesquisadores de Mercado, Opinião e Mídia)

40,04% dos Parlamentares Federais são contra a reforma da Previdência Social

Direitos Autorais: Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União – SINDILEGIS

O Instituto de pesquisas e soluções estratégicas Dataplan, a pedido do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal deContas da União – SINDILEGIS, realizou nos dias 09 à 16 de maio do corrente ano, o levantamento da intenção de voto dos 512* (quinhentos e doze) Deputados Federais que compõem a Câmara dos Deputados, com foco na proposta da Reforma da Previdência Social protocolada como PEC 287/2016.

Além do levantamento, foram identificadas também, a base de apoio dos parlamentares que afirmaram que votarão a favor da reforma, daqueles que estão indecisos e dos que não souberam responder.

Foi apurado, conjuntamente, o gasto dos parlamentares durante a campanha de 2014, mediante as informações declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral.

A intenção é que a pesquisa possa subsidiar nas ações de comunicação e na contribuição para a formação e implementação de futuras estratégias políticas do Sindicato.

Para conferir a pesquisa na íntegra,clique aqui

 

* Até o fechamento deste relatório, a Deputada Federal Eronildes Vasconcelos Carvalho (Tia Eron) do PRB da Bahia, permanecia afastada das atividades na Câmara, sem suplente para substituí-la.

 

Um smartphone por brasileiro até o final de 2017

Fonte: ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

A 28ª edição da Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, da FGV/SP, aponta que os brasileiros terão um smartphone por habitante até o final de 2017. O estudo mostra que a população do Brasil, que soma 207,8 milhões de habitantes, terá 208 milhões de aparelhos até outubro deste ano.

Os computadores (desktops, notebooks e tablets) também aparecem na pesquisa pertencendo, em maio de 2017, a 80% da população, com uma média de quatro computadores para cada cinco habitantes. A previsão é que até 2022 cada habitante tenha um computador. Nesse ritmo, até 2019, serão dois dispositivos conectáveis a internet por habitante, incluindo a soma total de smartphones e computadores, que atualmente é de 280 milhões. Quanto mais jovens os usuários, mais o comportamento está voltado para o uso e compra de smartphones.