Pesquisa mostra turistas satisfeitos

Segundo Dataplan, 94,8% dos turistas revelam satisfação em conhecer os atrativos de Sergipe

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Dataplan, na primeira quinzena de outubro, quando ainda não eram tão sentidos os efeitos das manchas de óleo nas praias de Sergipe, mostra que 94,8% dos turistas se sentiam satisfeitos em conhecer o Estado. Os insatisfeitos somaram apenas 2,4% e mais ou menos 2,9%. A pesquisa, que ouviu 420 pessoas, mostra ainda que os nossos visitantes levam imagem de Sergipe de Aracaju. Conforme o instituto, uma frequência de bom de exatos 52,1% e de ótimo atingindo 41,1% (a soma atinge 93,5%). Foi detectado, ainda, 5,7% de satisfação regular, 0,5% de ruim e 0,2% de péssimo. Os turistas ainda circulam pouco pelo interior do Estado, mas, aqueles que têm saído da capital e se dispõem a conhecer outras cidades, deixaram claro que gostaram de Itabaiana, São Cristóvão, Estância, Nossa Senhora da Glória, Tobias Barreto e Laranjeiras, as mais visitadas. Há um segmento que gosta Canindé do São Francisco.

Locais mais visitados

Os pontos turísticos mais visitados ou sobre os quais mais ouviram falar são, pela ordem, Crôa do Goré (21,4%), Mangue Seco – 16,3% (na divisa de Sergipe com a Bahia), Cânions de Xingó (15,4%), City Tour por Aracaju (13%), Litoral sul e Praia do Saco (11%), Foz do São Francisco (9,4%), Cidades Históricas (6,6%) e Ilha dos Namorados (4,4%). Segundo o diretor-presidente do Dataplan, Thiago Aquino, a consulta popular registrou que, 57,6% dos visitantes, se hospedam em hotel, 16,4% ficam em casa de amigos e parentes, 10,5% em pousada, 6% em casa ou apartamento alugado, 2,9% em casa própria, 1,7% em resort, 1,2% em hostel, 1% em flat, 0,2% em camping/albergue e 2,6% em outros tipos de ambientes.

De onde vem

A Bahia é o estado de origem da maioria dos turistas que chegam. Eles somam 32,1%. Em seguida, vem São Paulo (11%), Minas Gerais (10%), Distrito Federal (5,7%), Pernambuco (5,5%), Rio der Janeiro e Mato Grosso (4,5%), e Alagoas (4%). Nos períodos de finais de ano, cresce a presença do visitante do Centro-Oeste. Exatos 65,9% dos turistas que estavam em Sergipe no período da pesquisa do Dataplan, segundo Thiago Aquino, têm renda que varia de 2 a 10 salários mínimos. Outros 12,1% ficam acima de 10 mínimos. O nosso visitante tem razoáveis condições de sobrevivência. 45,7% chegam ao Estado por via aérea, 36,9% de automóvel e 15,7% de ônibus. 85% ficam de três a sete dias.

Turismo de lazer Segundo Thiago Aquino, a pesquisa revelou, ainda, que 82,9% dos turistas ouvidos estavam em férias, curtindo momentos de lazer e diversão. Apenas 10% em viagem de negócios, eventos e convenções. Um total de 7,1% veio a Sergipe por outros motivos. A maioria dos turistas que visitam Sergipe tem entre 35 e 59 anos. Eles somam 56%. Os grupos mais jovens estão entre 18 e 34 anos e perfazem um total 26,2%. Os mais idosos, com 60 anos ou mais, são 17,9%. 61,4% dos nossos visitantes têm curso superior e, outros 33,1%, o ensino médio.

Há reclamações

Mas nem tudo é maravilha. Os turistas avaliam que Sergipe é pouco divulgado, tem falhas na infraestrutura, defendem melhores/menores preços, mais segurança, mais higiene nos estabelecimentos comerciais, melhor sistema de sinalização, mais atrativos, atendentes mais educados, mais bares e pontos de informações após turistas, entre outras coisas.

PB aprovada pelos turistas

A infraestrutura dos pontos turísticosda Paraíba foi classificada como ótima ou boa por 75% das pessoas que visitaram o Estado. Já o nível de satisfação em conhecer nossas cidades alcançou 95,1%. Os destinos mais lembrados foram as praias do Litoral Sul, o pôr do sol do Jacaré e a piscina dos Seixas. Foi o que revelou a pesquisa de opinião realizada com 410 turistas pelo Instituto Dataplan, entre os dias 19 e 26 de outubro deste ano, e divulgada com exclusividade para o jornal CORREIO. A internet foi o principal meio de consulta dos serviços turísticos durante a viagem (67,6%), à frente de meios tradicionais, como ir presencialmente (13,9%) e agências de turismo (6,8%). Para o professor de Mídias Sociais, Ricardo Oliveira, o trade turístico paraibano precisa estar atento, pois as mídias sociais vem influenciando cada vez mais a descoberta e a tomada de decisão sobre destinos, restaurantes e hotéis. “É importante estar ativo nas redes entregando conteúdo relevante Ellyka Gomes para essa audiência, mas, também, interagindo diretamente com a comunidade, como criadores de conteúdo especializado e influenciadores digitais”, comentou. Férias, lazer e diversão. Esses foram os principais motivos que fizeram as pessoas visitar o Estado (86,3%). O turismo de negócios, eventos e convenções foi citado por 10,2% da amostra. Além das praias do Litoral Sul, do pôr do sol do Jacaré e da piscina dos Seixas, outros destinos visitados foram: Ilha de Areia Vermelha (11,5%), Litoral Norte (9,1%) e Piscinas de Picãozinho (8,6%). A Gerente de comunicação e marketing da franqueadora Clube Turismo, Thalyta Costa, ressaltou que o litoral paraibano sempre foi a principal fonte de atração do interesse dos turistas, não só no destino Paraíba, mas no Nordeste de um modo geral. “No entanto, a busca por outras vivências, aliadas às praias, também se mantém em destaque. Por exemplo: os passeios marítimos, o intercâmbio cultural entre praias, artesanatos locais e a gastronomia praiana”, comentou. Os entrevistados também avaliaram a divulgação do turismo da Paraíba em outros estados. Para 31,5%, a publicidade é regular, enquanto que 21,1% consideraram como boa. Questionados sobre o que precisa melhorar no turismo paraibano, a maioria que optou por responder a pergunta (16,6%) citou que é essencial investir na divulgação do Estado em outras cidades. Outra parcela (7,6%) reclamou dos preços praticados no comércio local.

Melhorias no turismo

Procurada pela reportagem, a presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, explicou que a entidade é responsável por produzir apenas mídia espontânea. “Este ano trouxemos diversos jornalistas e influenciadores digitais para conhecer nossas cidades. Esses profissionais produzem reportagens a partir da experiência que vivenciaram por aqui. Além disso, participamos de feiras voltadas para operadores de turismo, onde levamos informações para que os agentes possam vender pacotes de viagem para o Estado”, explicou. Segundo Avelino, a publicidade junto ao consumidor final é de responsabilidade da Secretaria de Comunicação do Estado (Secom), órgão que detém orçamento para tal finalidade. O secretário adjunto da Secom, Fábio Barros, garantiu que o Governo do Estado tem se esforçado para divulgar o Destino Paraíba em outras cidades. 52,75% 47,3% RENDA IDADE 15,6 43,4 Acima de 10 16,6 Até 2 salários 24,4 De 5 a 10 De 2 a 5 60 ou mais 18 a 34 35 a 39 18,8 29,3 52,0 SEXO Fonte: Dataplan INFOGRÁFICORREIO “Procuramos manter contato com instituições como ABIH [Associação Brasileira da Indústria de Hotéis] e Abac [Associação Brasileira de Agências de Viagens], para criar campanhas de promoção do Estado”, destacou. A reportagem perguntou ao secretário sobre o orçamento aplicado este ano com publicidade. No entanto, Barros informou que não detinha a informação no momento da entrevista e que não conseguiria enviá-la até o fechamento desta edição. Ele também não soube informar sobre a previsão orçamentária para esta finalidade em 2020.

fonte: Nalva Figueiredo / Correio

Presidente da ABEP, fala da importância da qualidade da informação ao contratar uma pesquisa.

Fonte: ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

Por Duilio Novaes - Presidente ABEP

Embora a rapidez seja cada vez mais importante no sucesso dos negócios, nunca abra mão da qualidade da informação ao contratar uma pesquisa de mercado, opinião, mídia ou social. Um pequeno erro pode custar a perda de milhões

Com o avanço da tecnologia e a expansão da conectividade, os players de mercado precisam reinventar-se permanentemente para preservar o seu protagonismo. Uma das ferramentas essenciais na busca dos novos caminhos trilhados pelo consumidor é a pesquisa de mercado. Ao mesmo tempo em que esse turbilhão de mudanças acontece, as empresas de pesquisa buscam novas ferramentas e estratégias que ajudem os clientes a lidar, com razoável clareza, com esse universo em transformação. No entanto, a evolução da indústria de pesquisa busca acompanhar, instantemente, o ritmo das alterações sociais. Isso por um motivo simples: o nosso setor preza pela qualidade da informação e pelo impacto desses dados nos negócios dos clientes.

Não significa, porém, que a indústria de pesquisa esteja em busca de um padrão 100% perfeito. Não, isso não existe. É aí que a ABEP exerce seu papel como balizadora e guardiã dos princípios internacionais que devem orientar as atividades de seus mais de 140 filiados. Além do seu código de autorregulamentação e ética do setor e dos guias de boas práticas sobre temas, como divulgação de estudos, relacionamento com os respondentes e pesquisas eleitorais, os comitês internos da ABEP trabalham, atualmente, em novos instrumentos e ações direcionados à qualidade e à valorização das informações geradas pelas pesquisas de mercado. São dados que, usados com inteligência e criatividade, podem impactar positivamente nas ações mercadológicas dos clientes.

A agilidade cada vez mais torna-se um ingrediente essencial no êxito dos negócios, mas essa velocidade precisa ser administrada com muito critério. Os resultados muito rápidos, acompanhados de uma análise superficial e enviesada, podem colocar em risco milhões em investimentos. A ABEP tem filiados que realizam estudos on-line e off-line com enorme qualidade e assertividade. O problema é que clientes menos habituados com o universo da pesquisa podem ser levados a comprar gato por lebre, entregue ainda com um belo laço no pescoço.

No caso dos estudos on-line e daqueles que avaliam a experiência do consumidor, eles devem ser cercados do mesmo rigor ético e metodológicodos estudos off-line. Só que cada um no seu quadrado, respeitando características, eficiência, abrangência, e assim por diante. É por isso que há dois anos a ABEP vem atraindo e continua a atrair essa nova geração de profissionais e de empresas de perfil exclusivamente digital. Acreditamos que as pesquisas on-line e off-line caminham juntas. Cabe aos institutos apresentar aos clientes a estratégia mais eficiente para que as marcas consigam efetivamente dialogar com os consumidores, sem nunca deixarem de lado a qualidade, a veracidade, a eficiência e a segurança das informações.

Pesquisa do Instituto DATAPLAN revela que a maioria da população do DF não sabe em quem votar.

Fonte: Metrópoles

Por Lilian Tahan

Uma pesquisa de opinião encomendada por grupo de políticos interessados em testar seus nomes para 2018 revelou que, a um ano das eleições, mais da metade do eleitorado (58,9%) não sabe em quem vai votar para governador. A indecisão somada aos votos nulos e brancos eleva esse índice para incríveis 91,4% dos entrevistados. O levantamento foi realizado pelo Instituto Dataplan, entre os dias 25 e 28 de agosto, e ouviu 1.125 pessoas.

Do universo de entrevistados que respondeu assertiva e espontaneamente em qual candidato votaria para o governo do DF nas próximas eleições, o nome do senador José Antônio Reguffe (sem partido) foi o mais citado, sendo o preferido para 1,6% da população, de acordo com a pesquisa.

Em seguida, aparece Jofran Frejat (PR), com 1,1% das intenções de voto, e, em terceiro lugar, surge Joaquim Roriz (1%). O ex-governador Roriz passou nos últimos dias por duas cirurgias muito delicadas para a amputação de dois dedos do pé esquerdo e da perna direita na altura do joelho, como revelou o Metrópoles. Apesar dos 81 anos de idade e da saúde prejudicada, Roriz tem um dos mais cobiçados recalls eleitorais da história política do DF.

O atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB) aparece em quarto lugar na pesquisa como predileto no comando do GDF para 0,8% do universo amostral da pesquisa. Ele está imediatamente acima de Alberto Fraga (0,7%), do DEM, e de José Roberto Arruda (0,5%), filiado ao PR. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Estimulada
Quando a pesquisa foi estimulada, com o nome do candidato ao governo sugerido para o entrevistado, o percentual de pessoas que votariam em Reguffe aumentou em quase cinco vezes, alcançando 7,6% das intenções de voto, segundo o Instituto Dataplan.

Embora esse resultado repita o posicionamento de Reguffe no primeiro lugar do ranking de intenções de voto para a chefia do GDF, em outras pesquisas recentes esse mesmo percentual chegou a patamares maiores, tendo o senador do DF alcançado, em alguns casos, mais de 20% das intenções de voto.

Ainda quanto à pesquisa estimulada, Jofran Frejat, que disputou as eleições em 2014 e chegou ao segundo turno com Rollemberg, aparece novamente em segundo lugar no ranking para o comando do Buriti, com 6,7% da preferência entre os entrevistados.

Como Reguffe tem, reiteradamente, afirmado que não será candidato nas eleições de 2018 (porque vai cumprir o compromisso de terminar o mandato de senador), as perspectivas de Frejat aumentam. Quem aparece logo abaixo dele na estimulada para governador do DF é o senador Cristovam Buarque (PPS), que também não deve se candidatar ao GDF nas eleições que vêm. Cristovam pode disputar a reeleição, mas hoje busca alternativas para, eventualmente, se lançar mais uma vez à presidência da República.

Mesmo quando a aferição sobre as intenções de voto é estimulada, a maioria das pessoas não sabe quem escolher ou disse que vai optar pelo branco ou nulo. Os dois cenários somam 60,2% dos votos. Um total de 3,9% dos entrevistados, segundo o Dataplan, quer a reeleição de Rollemberg para a chefia do GDF, garantindo ao governador um quarto lugar na pesquisa. Veja dados completos ao fim desta reportagem.

Rejeição
De acordo com o levantamento encomendado pelos políticos, Rollemberg assume a liderança do ranking quando o tema é rejeição. Um conjunto de 37,4% dos eleitores impactados pela pesquisa afirmou que não votaria nele em 2018. O segundo nome mais rejeitado na versão estimulada da pesquisa é o de Cristovam Buarque (4,2%), só que com um índice muito menor que o do atual governador.

Depois, seguem a petista Érika Kokay (3,7%), Alberto Fraga (3,6%), Jofran Frejat (2,8%). Reguffe (1,1%), Chico Leite (1%), da Rede, Rogério Rosso (1%), PSD, Alírio Neto (0,7%), hoje no PTB, e o pedetista Joe Valle (0,4%) apresentam as menores rejeições para o Buriti. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Senado
Na pesquisa estimulada ao Senado, os cinco políticos mais bem colocados são Cristovam Buarque (6,8%), Jofran Frejat (5,7%), Eliana Pedrosa (5,3%), Erika Kokay (3,9%) e Chico Leite (3,5%). Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Câmara dos Deputados
Já para deputado federal, também com nomes sugeridos pelo pesquisador, Bispo Rodovalho (2%), Fraga (1,5%), Érika Kokay (1,4%), Eliana Pedrosa (1,3%), Jofran Frejat (1,2%), Chico Vigilante (1,2%), a tucana Maria de Lourdes Abadia (1,1%) e Chico Leite (1,1%) estão entre os oito preferidos, segundo a Dataplan. Confira os resultado da pesquisa ao fim desta matéria.

Câmara Legislativa
Se as eleições fossem hoje, provavelmente Chico Vigilante seria o deputado distrital mais bem votado de acordo com a pesquisa Dataplan, reunindo 1,8% das intenções de voto. Em segundo lugar no ranking para a Câmara Legislativa, aparece o nome da ex-vice-governadora Abadia, que está sem mandato. Em seguida, Chico Leite, Agaciel Maia (PR) e Eliana Pedrosa dividem a terceira colocação com índice de 1,3%.

Outros quatro políticos – Joe Valle (PDT), Arlete Sampaio (PT), Robério Negreiros (PSDB) e Rodrigo Delmasso (Podemos) – performam com 1,2% das intenções de voto. Encostados neles estão Liliane Roriz (PTB) e Júlio César (1,1%) do PRB. Wasny de Roure (PT), Celina Leão (PPS) e Wellington Luiz (PMDB) pontuaram com 1% na pesquisa e, provavelmente, estariam eleitos para deputado distrital de acordo com o levantamento.

Confira os resultados completos da pesquisa no site do Metrópoles: http://www.metropoles.com/colunas-blogs/grande-angular/pesquisa-revela-que-maioria-da-populacao-do-df-nao-sabe-em-quem-votar

ESOMAR 2017 revela como foi a primeira pesquisa de mercado feita em Cuba

Fonte: ABEP Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa

Por Cíntia Corrales *

Os congressos da ESOMAR sempre trazem inúmeras ideias, reflexões e inovações a respeito do perfil e das necessidades do consumidor. No entanto, a edição LATAM 2017, que aconteceu na Cidade do México entre os dias 5 e 7 de abril, trouxe para mim uma surpresa especial: o paper apresentado por Fernando Alvarez, da Millward Brown/México, sobre o primeiro estudo de mercado realizado em Cuba.

Embora tenhamos na América Latina alguns países que estejam na vanguarda da pesquisa de mercado, Cuba era um mercado totalmente virgem para a pesquisa de mercado e tiveram que enfrentar grandes desafios, como a não existência de zoneamento domiciliar, ausência total de segmentação de consumidores e falta de entrevistadores profissionais.

Para realizar o estudo BrandZTM, de avaliação de marcas, a solução foi recorrer a estudantes universitários. E se aqui no Brasil já estamos na era dos tablets e pesquisa online, o desafio lá ainda era providenciar pranchetas e crachás para a equipe.

Além disso, a equipe de pesquisadores da Millward Brown atuou cercada por outras limitações institucionais. Isso porque dependeu prévia autorização do Ministério da Ideologia em relação à metodologia e até o questionário. Contarei essa e outras novidades a respeito do ESOMAR Latam 2017 em um artigo que publicarei na próxima edição da PMKT21. Até lá!

* Cíntia Corrales é diretora da Network Pesquisa e Presidente da ASBPM (Associação Brasileira de Pesquisadores de Mercado, Opinião e Mídia)